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Secretário Luís Eduardo Costa sanciona criação do 'Selo Verde' ao lado do prefeito, nesta manhã, no Paço Municipal - Foto: Bruno Henrique/Correio do Estado

Com ‘Selo Verde’ valendo, secretário traça metas por ‘IPTU Verde’

A Lei do ‘Selo Verde’ foi regulamentada na manhã desta quinta-feira (15) pelo prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD). A iniciativa pretende conceder a certificação para instituições públicas e privadas que se comprometam a adotar ações ecologicamente corretas. Entre os benefícios adquiridos com o selo, está a veiculação publicitária.

A medida quer proporcionar melhor identificação de produtos gerados a partir de menores riscos e impactos ambientais. Para terem direito ao rótulo, as empresas terão que preencher alguns requisitos, entre eles estar com a documentação em dia. Após solicitada a concessão do selo, que é gratuito, a instituição será avaliada por uma Comissão. A empresa que ganhe a certificação deverá se comprometer a usar a logomarca do ‘Selo Verde’ em embalagens, eventos e publicidade como divulgações em mídias sociais.

Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana, Luís Eduardo Costa, o projeto é uma forma de dar reconhecimento para empresas que optam por atividades de menor impacto ambiental, como por exemplo a coleta de água de chuva para utilização no estabelecimento. Ele falou sobre o assunto nesta manhã, durante agenda oficial de sorteio do ‘IPTU premiado’ promovido pela Prefeitura.

O secretário ainda reforçou que, caso a medida tenha sucesso, pode abrir portas para outros projetos que beneficiem empresas ecologicamente corretas, como descontos em impostos com o ‘IPTU Verde’, ainda em debate. “Eu acredito que isso vai ser o início do incentivo para que a gente possa avançar no iptu verde, precisamos observar que as pessoas estão interessadas em poder fazer diferença com a eficiência, edifícios e tudo mais”, afirmou.

“Ao se deparar com um produto certificado com o Selo Verde, o consumidor terá a certeza de adquirir uma mercadoria com mais qualidade. Consequentemente, o empresário se sentirá mais estimulado a adotar práticas autossustentáveis como forma de conquistar mais mercado”, disse o vereador responsável  pela autoria projeto, Doutor Lívio (PSDB).

*Correio do Estado

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