Há quase dois anos o Consórcio Guaicurus, responsável pelo transporte público de Campo Grande, gera gastos para a administração municipal. Os R$ 20 milhões que a empresa ficou responsável de pagar em 2012 pela concessão integral do serviço foram quitados em março de 2017 e desde então o município não recebe repasse sobre o serviço e ainda é responsável por fazer a manutenção dos terminais e pontos de embarque. Em 2013, a empresa foi isenta do Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) pelo então prefeito, Alcides Bernal (PP), e pelo atual gestor da Capital, Marcos Trad (PSD). ambos justificam que a cobrança do ISSQN aumenta o valor da tarifa de ônibus e a população que seria prejudicada. Mas em 2013 a Prefeitura de Campo Grande ainda recebia cerca de R$ 200 mil por mês do Consórcio Guaicurus referente às parcelas da outorga. Segundo o secretário de Finanças, Pedro Pedrossian Neto, em 26 de outubro de 2012, a empresa pagou R$ 6 milhões, conforme estava previsto que 30% dos R$ 20 milhões deveriam ser repassados na assinatura do contrato. Após 60 dias, mais 20% foram pagos, ou seja, R$ 4 milhões. Os R$ 10 milhões restantes ficaram acordados de serem quitados em 50 parcelas, com correções monetárias, de R$ 200 mil. “A última parcela foi paga no dia 1º de março de 2017”, disse Pedrossian.

Consórcio Guaicurus só gera despesa ao município

Há quase dois anos o Consórcio Guaicurus, responsável pelo transporte público de Campo Grande, gera gastos para a administração municipal. Os R$ 20 milhões que a empresa ficou responsável de pagar em 2012 pela concessão integral do serviço foram quitados em março de 2017 e desde então o município não recebe repasse sobre o serviço e ainda é responsável por fazer a manutenção dos terminais e pontos de embarque.

Em 2013, a empresa foi isenta do Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) pelo então prefeito, Alcides Bernal (PP), e pelo atual gestor da Capital, Marcos Trad (PSD). ambos justificam que a cobrança do ISSQN aumenta o valor da tarifa de ônibus e a população que seria prejudicada. Mas em 2013 a Prefeitura de Campo Grande ainda recebia cerca de R$ 200 mil por mês do Consórcio Guaicurus referente às parcelas da outorga.

Segundo o secretário de Finanças, Pedro Pedrossian Neto, em 26 de outubro de 2012, a empresa pagou R$ 6 milhões, conforme estava previsto que 30% dos R$ 20 milhões deveriam ser repassados na assinatura do contrato. Após 60 dias, mais 20% foram pagos, ou seja, R$ 4 milhões. Os R$ 10 milhões restantes ficaram acordados de serem quitados em 50 parcelas, com correções monetárias, de R$ 200 mil. “A última parcela foi paga no dia 1º de março de 2017”, disse Pedrossian.

*Correio do Estado

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