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Base política do governador na Assembleia pode eleger de 12 a 15 parlamentares - Foto: Bruno Henrique / Correio do Estado

Coligação de Azambuja pode eleger maioria na Assembleia

A pesquisa do Ipems/Correio do Estado, realizada no período de 16 a 20 deste mês, apurou a força de cada coligação na acirrada disputa para deputado estadual. A previsão, de acordo com quociente partidário verificado no levantamento, é de as três coligações da base política do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) elegerem de 12 a 15 parlamentares.

A coligação “Esperança e Mudança 2” (PDT/PRB), do seu principal rival, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT), caso ele fosse eleito hoje governador, teria bancada de apenas 2 a 3 integrantes na Assembleia Legislativa.

Ele teria de fazer concessões aos parlamentares da oposição para construir base de apoio e garantir a governabilidade. Esta seria a dificuldade de Odilon por não aceitar abrir cargos para os partidos em sua eventual administração.

Já Azambuja, se reeleito, começaria o seu segundo mandato com ampla maioria no Poder Legislativo. Hoje já é assim. O governador atraiu para a sua base política, depois das eleições de 2014, o PMDB (hoje MDB) para apoiar a sua administração.

Os peemedebistas eram fortes rivais dos tucanos na campanha eleitoral e, no pleito desse ano, o MDB voltou a ser adversário do Azambuja na disputa ao governo do Estado, sem comprometer a estabilidade política do Estado. O candidato do partido é o presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi, que ajudou a viabilizar a governabilidade com MDB. O partido, no entanto, poderá reintegrar a base política de Azambuja em caso de reeleição.

Das coligações nas proporcionais ligadas a Azambuja, a previsão é da Avançar com Responsabilidade I (PSDB/PROS/DEM), eleger maior número de deputados estaduais entre 7 a 8. Um deles seria pela sobra do quociente eleitoral.

A Avançar com Responsabilidade II (Solidariedade/PPS/PSL/PSB/PP/PTB/PMB) elegeria hoje de 3 a 4 deputados estaduais. Já o Avançar com Responsabilidade III (PSD/Patriota/PMN/Avante) conquistaria de 2 a 3 cadeiras na Assembleia Legislativa.

A Chapa Pura MDB, liderada por Junior Mochi, ganharia de 4 a 5 deputados estaduais, enquanto a coligação Amor, Trabalho e Fé II (PSC/PR/DC/PRTB/PHS/PTC) ficaria, de acordo com a previsão do Ipems, com uma vaga no Legislativo.

O PT perderia força na Assembleia Legislativa com a expectativa de eleição de 1 a 2 deputados. Hoje os petistas são representados por 4 parlamentares no Legislativo.

As chapas pura do PSOL, Podemos (da coligação de Odilon) e PCO não elegeria nenhum representante para Assembleia Legislativa.

DEPUTADO FEDERAL
A coligação ligada ao governador Reinaldo Azambuja pode eleger mais da metada da bancada na Câmara dos Deputados. Pela pesquisa do Ipems, Avançar com Responsabilidade IV (PSDB/Patriota/PSD/PMD/DEM/PP) conquistaria hoje de 4 a 5 vagas na Câmara, enquanto o Avançar com Responsabilidade V (PPS/Pros/Solidariedade/PSB/PTB/Avante/PSL/PMN) ficaria com 1 a 2 representantes na bancada da base política de Azambuja.

Já a Chapa Pura do PT conquistaria de 1 a 2 cadeiras na Câmara dos Deputados.

A coligação liderada por Junior Mochi, Amor, Trabalho e Fé III (MDB/PRP) elegeria, em tese, um deputado federal. Mas a aliança Amor, Trabalho e Fé I (PTC/PHS/PR/DC/PRTB/PSC) não conquistaria nenhuma cadeira.

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