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Alimentos continuam mais caros mesmo após fim da greve

Marcado pela greve dos caminhoneiros, que prejudicou o abastecimento de vários segmentos da Capital e do Estado, o Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG) de maio, que representa a inflação da Capital, fechou o mês em 0,21%. O indicador recuou em relação a abril, quando ficou em 0,31%. E um dos grupos que mais registraram aumento foi o dos alimentos, que ficou 0,63% mais caro e colaborou com 0,13% na formação do índice. Os dados são do Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (Nepes) da Uniderp.

Nos supermercados da Capital, os consumidores confirmam que, ainda com efeitos da paralisação, os preços dos alimentos permanecem acima da média e dificultam as compras. “Eu tenho duas crianças em casa, não posso ficar sem leite, mas está bem caro”, afirma a funcionária pública Aline Ortega, de 38 anos. “Tudo subiu e não parece ter diminuído. Antes, gastávamos R$ 500, agora é R$ 800”, complementa.

A mesma impressão é compartilhada pela professora Camila Ovídio, de 35 anos. “Eu até senti uma melhora [dos preços], mas ainda estão caros, o jeito é comprar menos”, diz, citando os valores do tomate, batata, cebola, leite e ovos. Na casa de Sônia Menegassi, 38, vem acontecendo a mesma economia. “A gente comia bastante cebola, mas até agora estamos comprando menos. Está tudo caro ainda”.

*Correio do Estado

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