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10,2 mil vagas na UFMS deixam de ser preenchidas

Em dois anos, das 23.610 vagas ofertadas em graduação e em pós-graduação na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), 10.210 não foram preenchidas, o que equivale a 43,2%. O número corresponde aos exercícios de 2016 e 2017, e foi revelado em relatório da instituição, divulgado na última semana.

O menor índice de preenchimento é o da reoferta de vagas aos cursos de graduação, com 18,2%. Do total de 11.052 lugares disponibilizados a portadores de diploma, refugiados e ao ingresso via processos seletivos por transferências interna e externa, 9.037 permaneceram desocupados no período.

Há casos em que nenhuma vaga reofertada é preenchida. Em 2016, os Institutos de Física e Química, na cidade universitária, em Campo Grande, abriram 175 vagas e não tiveram nenhum ingresso. O mesmo ocorreu nos campi de Aquidauana e Naviraí, que oportunizaram 733 matrículas. No ano passado, apenas 3% da oferta no campus de Coxim registrou interessados.

Já na pós-graduação, o índice de preenchimento das vagas ofertadas nos últimos dois anos foi de 77%. Dos 2.108 lugares disponibilizados, 488 ficaram ociosos.

No ano passado, 80% das oportunidades em pós-graduação na Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Alimentos e Nutrição (Facfan) ficaram incompletas. Em 2016, 65% das vagas disponíveis no Instituto de Química deixaram de ser preenchidas.

O campus de Coxim – novamente – é destaque negativo. Das 200 novas matrículas dispostas por ano no pólo da UFMS, sobraram 82 em 2016 e 69 em 2017.

*Correio do Estado

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