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Dissidência das Farc sequestrou jornalistas do Equador, diz Colômbia

O chefe da dissidências das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) do sudoeste do país, Walter Patricio Artízala Vernaza, conhecido como “Guacho”, é o responsável pelo sequestro de três trabalhadores do jornal equatoriano El Comercio, confirmaram nesta quarta-feira fontes oficiais.

O comandante das Forças Militares colombianas, general Alberto Mejía, disse àRCN Rádio que as informações de inteligência confirmaram que homens do grupo armado residual Oliver Sinisterra, que hoje representa um braço das Farc, sequestraram os dois jornalistas e o motorista do jornal na segunda-feira a mando de Vernaza, em uma zona de fronteira da Colômbia com o Equador.

De acordo com Mejía, Vernaza, a quem ele chamou de “terrorista”, estaria também por trás de um “atentado às torres de energia em Tumaco”, município colombiano próximo a San Lorenzo, cidade no Equador onde os jornalistas foram sequestrados.

O ministro equatoriano do Interior, César Navas, confirmou nesta terça-feira o sequestro dos trabalhadores. San Lorenzo fica bem próximo à fronteira com a Colômbia, na província de Esmeraldas.

Navas afirmou que as autoridades equatorianas chegaram a ter contato com os criminosos. Segundo ele, presume-se que os sequestrados “estejam na Colômbia” e que encontrem-se “bem”. No entanto, apesar de ter confirmado a autoria do crime por parte do grupo dissidente das Farc, o ministro colombiano de Defesa, Luis Carlos Villegas, assegurou nesta quarta-feira que, por enquanto, não existe informações que indique que os sequestrados tenham sido levados à Colômbia.

*Com EFE

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