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Dia da Bandeira é lembrado com ato cívico em Murtinho

Ao meio dia deste sábado, 19 de novembro, a 2ª Companhia de Fronteira, Sentinela do Pantanal, unidade militar do Exército Brasileiro fincado no rincão pantaneiro realizou uma breve solenidade em comemoração ao dia da Bandeira Nacional, celebrado neste dia. A cerimônia foi realizada no Teatro de Arena Astério da Conceição, no complexo cultural Jorge Abrão. Como tradição militar, em todo o país, o hasteamento da Bandeira Nacional que rotineiramente é feita no inicio da manhã, no dia 19 de novembro esse ato acontece ao meio dia. Junto ao Pavilhão Nacional as bandeiras do estado de Mato Grosso do Sul e de Porto Murtinho também foram hasteados pelos respectivos representantes. Em seguida foi procedida a queima das bandeiras inservíveis, cujo cerimonial é feito pelo militar mais antigo da unidade ou de Praça mais distinto. Desta forma, em observância à tradição, nessa manhã o subtenente Oliveira efetivou acendeu  a pira contendo as Bandeiras inservíveis.

Desenhada por Décio Villares, a Bandeira Nacional é o símbolo da República Federativa do Brasil, e foi adotado pelo Decreto nº 4, de 19 de novembro de 1889, dia em que passou a ser comemorado o Dia da Bandeira.

O ato solene alusivo ao dia da Bandeira no Teatro de Arena Astério da Conceição foi presidido pelo comandante da 2ª Cia Fron, Sentinela do Pantanal major de Infantaria Carlos Otávio Macedo de Sousa.

Durante a solenidade a unidade militar efetivou a entrega de novas Bandeiras aos representantes das escolas da rede municipal de ensino.

A solenidade contou com a participação da Marinha do Brasil, da Prefeitura Municipal, Policia Militar, Policia Militar Ambiental, Corpo de Bombeiros e Policia Civil.

Encerrando a solenidade o comandante major Macedo disse que este momento cívico é importante para relembrar os atos heróicos dos nossos antepassados. “aproveitamos esse momento para atrair a população como um todo para relembrar os atos. A integração nacional deve muito a esse evento”. Sobre o ato da incineração das Bandeiras inservíveis é um ritual e lembra “é como se fosse um ato de oferecer a bandeira aos céus. É uma reverência que fazemos após a Bandeira atingir o trabalho proposto, relembrar a nossa soberania”, ressaltou.

“Em todo o nosso território, ela é hasteada e homenageada, cantada e exaltada em prosa e verso, como o lindo pendão da esperança. Ao drapejar majestosa e altaneira, ela nos enche de orgulho patriótico, pois afirma nossa independência e soberania, alimenta nossos sonhos e nos emula a concretizá-los com positivas exemplares atitudes”, foram algumas palavras do comandante da Sentinela do Pantanal.

Ao final da solenidade a tropa e os presentes cantaram o Hino à Bandeira acompanhado pela Banda Militar da unidade do exército brasileiro.

*Toninho Ruiz

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