Reportagem da UEMS concorre na final do prêmio nacional de jornalismo da Estácio

Reportagem fala sobre a Síndrome de Burnout entre os docentes da instituição

Campo Grande (MS) – O maior prêmio brasileiro  voltado para educação superior tem, neste ano, a equipe de Comunicação Social da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) como uma das três finalistas nacionais na categoria “internet regional”. O Prêmio Estácio de Jornalismo, que existe desde 2011, contou neste ano com 331 inscrições de todo o País.

O vencedor do Prêmio Estácio de Jornalismo será conhecido em outubro durante cerimônia realizada no Museu do Amanhã, na cidade do Rio de Janeiro. Entre os finalistas de 2016, a UEMS figura como o única representante de Mato Grosso do Sul.

Para o jornalista autor da reportagem finalista, André Mazini, a seleção mostra a qualidade da produção jornalística que vem sendo realizada pelas equipes de comunicação que atuam em instituições públicas de MS. “A UEMS sempre nos deu liberdade e reta guarda para realizar projetos mais ousados de jornalismo, com pautas mais complexas. Estar entre as melhores produções jornalísticas do Brasil nesse prêmio nos mostra que é possível conciliar as demandas rotineiras de um departamento de comunicação como o nosso, com produções de maior impacto”, afirma Mazini.

A REPORTAGEM FINALISTA

A reportagem finalista da UEMS trata de um problema de saúde recorrente, mas ainda pouco abordado, que é a realidade de professores universitários que sofrem com transtornos mentais. Já existem inúmeros estudos que mostram essa realidade no contexto de professores da rede básica, no entanto, em nível superior o assunto ainda é pouco tratado.

Os dados levantados pela reportagem, revelam que anualmente cerca de 10% dos professores universitários da rede estadual de Mato Grosso do Sul se afastam do trabalho em razão de transtornos psiquiátricos. Situação alarmante tanto para os profissionais e seus familiares que sofrem os dramas dos transtornos, quanto para a economia do Estado que precisa investir na contratação de professores para substituição destes afastados.

“A abordagem da reportagem só foi possível graças ao interesse que a própria Universidade vem demonstrando no sentido de resolver o problema”, explica Mazini. Nesse sentido, a Pró-reitoria de Desenvolvimento Humano e Social vem desenvolvendo uma série de ações preventivas que visam, primeiro, conhecer o problema e como ele tem se manifestado, e, segundo, agir de forma a evita-lo efetivamente.

A matéria completa, em versão atualizada, pode ser conferida aqui.

Premiação

Ao todo o Prêmio Estácio de Jornalismo oferece R$ 125 mil em prêmios, distribuído entre as modalidades previstas. Na modalidade Nacional, o prêmio para cada vencedor será no valor bruto de R$ 15 mil, enquanto na modalidade Regional, o prêmio para cada vencedor será no valor bruto de R$ 10 mil. O vencedor do prêmio principal, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2016, receberá a quantia bruta de R$ 25 mil. Todos receberão certificado e troféu alusivos à premiação.

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