Três das presas pela PF estão em prisão domiciliar e processo está em sigilo

Três das mulheres presas ontem durante a 2ª fase da Operação Lama Asfáltica – Fazendas da Lama, tiveram a prisão domiciliar decretada pela Justiça essa madrugada. Segundo o advogado Valeriano  Fontoura, Mariane de Oliveia, a secretária do empresário João Amorim, Elza Cristina dos Santos e Raquel Giroto,  esposa do ex secretário de Obras do Estado, estão cumprindo pena em casa. A partir de agora, o processo corre em segredo de Justiça.

Raquel Giroto estava no presídio militar por conta de sua prerrogativa como advogada e as demais, no 3º Distrito Policial do bairro Carandá Bosque. Apenas Elza não chegou a ser levada para a polícia pois está amamentando uma criança de pouco menos de um mês.

A 2ª fase da operação foi deflagrada ontem em Campo Grande, Rio Negro, Curitiba (PR), Maringá (PR), Presidente Prudente (SP) e Tanabi (SP). E contou com a participação de 201 policiais federais, 28 da Controladoria Geral da União e 44 da Receita Federal para o cumprimento de 15 mandados de prisão temporária, 28 de busca e apreensão e 24 mandados de sequestro de bens de investigados.

A suspeita desta fase das investigações é de desvio de verbas e irregularidades em obras que podem chegar a R$ 2 bilhões. O dinheiro desviado teria sido utilizado para comprar 67 mil hectares em fazendas no interior de Mato Grosso do Sul.

As propriedades, segundo a investigação, teriam sido colocadas em nomes de familiares e amigos dos envolvidos. Entre os presos, o ex secretário de Obras do Estado, Edson Giroto, o empresário João Amorim, dono da Proteco. De acordo com o chefe da Controladoria Regional da União no Estado, José Paulo Julieti Barbiere, já se sabe que R$ 44 milhões foram desviados.

(Fonte: O Estado Online)

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