Pedreiro é suspeito de estuprar filho de 2 anos

Um pedreiro de 46 anos é suspeito de estuprar o próprio filho de 2 anos no bairro Cascatinha 2, em Sidrolândia – a 64 quilômetros de Campo Grande. O caso aconteceu no dia 27 de fevereiro, mas está em segredo de Justiça. O que chama a atenção é que o homem foi investigado por um caso semelhante no ano passado, porém a vítima era um parente distante do suspeito e do sexo feminino.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe do menino relatou à polícia que foi casada com o pedreiro durante três anos e que estava separada há dois meses. Para estudar, ela deixa o menino com o homem das 18h às 23h, mas no dia 28 a vítima se queixou de dores na região das nádegas.

Ao averiguar do que se tratava, a mãe viu que o ânus de seu filho estava lesionado e o questionou se alguém havia feito algo, momento em que a vítima revelou que tinha sido seu pai.

Ele foi encaminhado para uma unidade de saúde onde foi tratado o ferimento e depois do atendimento a mãe procurou a delegacia para registrar o boletim de ocorrência de estupro de vulnerável.

O caso foi atendido pelo delegado Carlos Millan. Ele disse à reportagem que a criança será submetida a um ultrassom na próxima segunda-feira (14), pois está com diarreia.

“A criança está em casa sob os cuidados da mãe e o ultrassom, que será feito em toda a região abdominal, irá mostrar se ela foi lesionada por dentro por conta de um suposto estupro, ou está com algum tipo de infecção”, explica o delegado, que ainda destacou que o exame de corpo de delito feito no menino não indicou lesão, mas por outro lado existe um atendimento médico que a tratou.

O delegado acredita que a equipe médica responsável pelos primeiros exames no município não seja qualificada para laudos de alta complexidade como este. “Iremos pedir a opinião do médico na segunda-feira sobre o ultrassom e, a partir disto, pedir novamente um exame de corpo de delito em Campo Grande”, explica.

Outra situação apontada por Millan é que o suspeito está em liberdade, mas o pedido para afastamento do lar já foi pedido. “Como se trata de uma família carente, a Secretaria de Assistência Social de Sidrolândia foi acionada para prestar todo o atendimento à família, pois o suposto agressor pode ser a única fonte de renda deles”, comenta.

Questionado se o suspeito possuí passagens, o delegado revela que no ano passado o pedreiro foi investigado por um crime semelhante. “Na época nada foi provado, porque o exame de corpo de delito também não indicou lesão”, conclui.

(Fonte: O Estado Online)

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