Consumo de peixe cresce, mas consumidor reclama do preço

O consumidor tem até ao meio-dia da próxima Sexta-feira Santa, dia 25, para comprar peixe, camarão e bacalhão em Campo Grande. Filas começam a formar nas peixarias, mesmo aqueles que não se intitulam “católicos praticantes”, mas que trazem a tradição de famílias conservadoras pela religiosidade, acabam trocando outros tipos de carne pelo peixe neste período.

Porém, o peixe, só não está tendo melhor saída por conta do preço, considerado “salgado” pelos consumidores. É o caso de Cleiton de Oliveira, 27 anos, que passou neste sábado (19) pela manhã por uma peixaria para levar o pescado, mas ficou assustado com o preço. “Vou gastar no máximo R$ 20 com o quilo do peixe”, disse ao sair da peixaria sem levar nada.

A reportagem pesquisou o preço do pescado em três peixarias de Campo Grande. O pintado foi encontrado com preço mais em conta a R$ 14,90 o quilo (Kg). O preço mais caro de R$ 19,90. O pacu está na faixa de R$ 14,90 kg. Os files de tilápia varia de R$ 29,00 e de raia R$ 16,99 o kg entre os pescados mais populares

O file do bacalhão é o que vem mais pesando no bolso. O preço do quilo está na faixa dos R$ 39. Maria de Lourdes, 57 anos, disse que por tratar de uma data cristã o preço do peixe não tem que ser visto como o mais importante. “Minha preocupação é poder reunir minha família e oferecer um bom almoço. Neste período não me preocupo com o preço”, disse a cristã.

Procon

Nesta semana o Procon/MS (Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor) divulgou que o preço do peixe pode variar em até 203%. O bacalhau do porto foi encontrado por R$ 32,90 e R$ 99,90. Já o filé do pintado pode custar de R$ 15,90 até R$ 45,99, uma diferença de 189,25%. A média do preço dos peixes é de R$ 26,22 a R$ 65,52.

(Fonte: O Estado Online)

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