Giroto passa por exame e segue preso no Garras

O ex-deputado federal e ex-secretário de Obras do Estado, Edson Giroto e a ex-diretora-presidente da Agesul Maria Wilma Casanova devem deixar as celas do Garras onde estão detidos no sábado, segundo previsão de policiais civis. Ambos voltaram para trás das grades na manhã de ontem, 12 de novembro, após quase um dia inteiro em liberdade por força de habeas corpus concedidos por juízes na quarta-feira, 11 de novembro, mas que foram cassados pelo Tribunal de Justiça na noite de ontem. Hoje, no início da manhã, antes mesmo do mandado de prisão chegar à Polícia Civil, Giroto se apresentou espontaneamente ao Garras, assim como Maria Wilma. No período da tarde, por volta das 12h30, ele e a ex-chefe da Agesul deixaram as celas do Garras para passar pelo exame de corpo de delito, no IMOL, e já retornaram para as celas, segundo informações de policiais. Os advogados não divulgam se tentarão ou não uma nova liberação na Justiça. Porém, já se sabe que alguns dos defensores dos nove presos da operação, não tentarão a medida e aguardarão o fim da prisão preventiva dos clientes. As detenções valem por cinco dias. Os suspeitos de organização criminosa foram detidos na terça-feira passada, 10 de novembro, e por isso, todos devem estar liberados no sábado. Os nove presos são suspeitos de participação em esquema de fraudes em medições de obra pública para desvios de verba do governo do Estado, na gestão de André Puccinelli (PMDB). O dono da empresa Proteco responsável pela obra investigada, João Amorim, também está preso. Conforme o MP, o grupo deu prejuízos de R$ 2,9 milhões aos cofres públicos.
Fonte: Diariodigital

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