Embriagada, mulher não aceita separação e tenta agredir ex-companheiro

Vereadores voltaram a cobrar, na sessão desta terça-feira (3), que a Câmara Municipal adote medidas em relação à presença de policiais militares armados no plenário da casa, no dia 22 de outubro. O alvo dos parlamentares é a vereadora Luiza Ribeiro (PPS), já que os PMs, lotados na Prefeitura, teriam sido designados para escoltá-la.

A cobrança dos vereadores vem após a divulgação de vídeo, do circuito de segurança da Câmara, mostrando a vereadora com os policiais no estacionamento do legislativo. Os parlamentares acham que ela deve ser submetida à Comissão de Ética da casa, por ter supostamente mentido em relação ao assunto.

Na visão de alguns vereadores, as imagens comprovam que Luiza sabia da designação dos PMs para escoltá-la. No dia, no entanto, ela afirmou que desconhecia esta orientação e não havia solicitado serviço neste sentido.

Um dos que cobrou a mesa diretora para tomar providências foi Airton Saraiva (DEM). Ele acha que a situação precisa ser apurada internamente.

Paulo Siufi (PMDB) ocupou o microfone durante a sessão desta terça para defender o mesmo. “Agora, tem imagem mostrando. A casa tem que tomar providência”, afirmou.

A vereadora, por sua vez, reiterou nesta terça que não pediu segurança e, se tivesse feito algo do tipo, o pedido seria encaminhado à própria Câmara. Em relação às imagens, ela diz que foi abordada pelos PMs no estacionamento sob a justificativa de que queriam falar com ela sobre outros assuntos, e por isso eles foram até o gabinete dela.

O presidente em exercício da Câmara, Flávio César (PTdoB), disse que a mesa, por hora, já fez o que precisava ser feito, citando o registro de boletim de ocorrência na Polícia Civil. O prefeito, Alcides Bernal (PP), também foi chamado a dar explicações aos vereadores.

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