Cesta básica teve queda de -0,62%

Em setembro retração foi pequena em relação aos preços do mês de agosto

A cesta básica teve  uma queda  de -0,62% no mês de setembro em relação ao mês de agosto o que representa uma redução foi de R$ 2,10 em relação ao mês de agosto se comparado ao conjunto de itens alimentícios chegando a um valor  de R$ 336,69. No terceiro trimestre do ano, constatou-se que a variação da cesta neste período foi de 9,20%, resultado inferior à variação em 12 meses, obtida ao analisar os preços de  Setembro dos anos de 2014 e 2015, que foi de 18,13%. Em termos monetários, a diferença foi de R$ 51,67, pois em 2014 a cesta básica relativa ao mês de setembro custou R$ 285,02. A Cesta Básica Familiar teve custo de R$ 1.010,07 para os trabalhadores campo-grandenses no 9o mês do ano. Este valor foi inferior em R$ 6,30 à cesta de Agosto, cujo valor foi de R$ 1.016,37. A quantia comprometida para adquirir os alimentos para uma família, composta por dois adultos e duas crianças, foi equivalente a 1,28 vezes o salário mínimo bruto – 0,01 p.p. inferior ao mês anterior. Em relação ao mesmo período de 2014, o custo entre as cestas apresentou uma alta de R$ 151,01, pois a cesta familiar do ano passado custou R$ 855,06. O valor médio da cesta familiar até setembro deste ano foi de R$ 1.022,62, enquanto a média dos primeiros nove meses de 2014 foi de R$ 931,55. Em expressiva reversão em relação ao mês anterior, o preço da batata (19,18%) voltou a subir, seguido por café (1,49%), feijão (0,77%) – também em reversão, farinha de trigo (0,77%), carne bovina (0,59%), óleo (0,35%) e pão francês (0,33%). Contrariamente ao previsto no mês anterior, o preço do óleo registrou variação positiva (0,35%), sensível ao movimento exportador, que orientou a produção para o exterior face ao dólar valorizado ao longo dos últimos meses. De setembro de 2014 para cá, o produto registra alta de 4,94%. A desvalorização do Real frente à moeda estrangeira norte-americana também contribuiu para o aumento no preço da farinha de trigo (0,77%) e do seu derivado, o pãozinho francês (0,33%) – uma vez que o insumo importado que ficou mais caro em Real, e cuja trajetória de alta pode continuar, dado o recente aumento do gás, da carne bovina (0,59%) – que em 12 meses acumula alta de 23,45%, e do café (1,49%), que também acumula alta no último ano, de 5,93%.

 

Fonte: Diariodigital

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