Seleção de Judô retorna após o Mundial e dirigente confia em bom desempenho em 2016

A Seleção Brasileira de judô que representou o Brasil no Campeonato Mundial de Astana, no Cazaquistão, desembarcou nesta terça-feira (01.09) no Rio de Janeiro. Depois do desempenho bem abaixo do esperado, já que o time conquistou apenas duas medalhas de bronze – com Érika Miranda (52kg) e Victor Penalber (81kg) –, a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) foca suas atenções nos próximos desafios.

Gestor de Alto Rendimento da CBJ, Ney Wilson, que desembarcou na capital fluminense junto com parte da delegação, analisou o desempenho da equipe no Mundial do Cazaquistão e fez as projeções.

“É a primeira vez que ficamos tão longe da meta nos últimos cinco anos. A equipe tem potencial, mas saiu bastante triste”, afirmou. “Mas somos do judô, levamos ippon, levantamos e partimos para outra. É a filosofia”, continuou Ney Wilson, que procurou tranquilizar a caminhada para os Jogos Olímpicos. “Temos 300 e poucos dias. Com certeza, faremos uma campanha brilhante em 2016”, declarou.

No dia 27 de setembro, a equipe brasileira formada por cinco atletas lutará contra a Alemanha, no Rio de Janeiro, pelo Super Desafio BRA, evento amistoso que faz parte do Brazil Judo World Tour.

Além do Super Desafio BRA, a agenda da Seleção Brasileira até o final do ano tem ainda competições importantes como os Jogos Mundiais Militares, o Grand Slam de Paris e o Grand Slam de Abu Dhabi, todos em outubro.

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