Ministério do Esporte lança hotsite da campanha Grito de Paz

Desde o início de sua gestão, o ministro do Esporte, George Hilton, vem trabalhando em uma importante frente para a sociedade brasileira, realizando movimentos para que chegue ao fim a violência nos estádios de futebol. Nesta segunda-feira (21.09), Hilton e o secretário nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, Rogério Hamam, mostraram a membros de torcidas organizadas o hotsite criado pelo ministério: o Grito de Paz (www.esporte.gov.br/gritodepaz).

Justamente no Dia Internacional da Paz, Hilton recebeu 15 membros de organizadas e falou sobre a importância dos representantes da Associação Nacional das Torcidas Organizadas (Anatorg) no movimento contra a baderna nos estádios. “A ideia é buscar a conscientização e a disseminação do hotsite por meio da Anatorg. A gente entende que eles têm um canal muito grande com todos as torcidas organizadas. É uma instituição que vem promovendo uma série de atividades, e o Ministério do Esporte tem como objetivo desenvolver ações que vão desde o trabalho de conscientização até a reativação da Consegue, uma comissão que trata do combate à violência nos estádios. Teremos um serviço de informação em que as pessoas poderão denunciar qualquer tipo de delinquência”, declarou o ministro, citando a Comissão Nacional de Prevenção da Violência e Segurança nos Espetáculos Esportivos.

“Trabalhamos a ideia da criação de um cadastro nacional com os membros dessas torcidas organizadas, e o objetivo do hotsite é dar um grito de paz. Os torcedores poderão dar esse grito de paz, gravando diretamente no site. Ou seja, estamos chegando a uma segunda etapa. No início do ano, retomamos a Consegue e agora entramos numa nova fase, trabalhando diretamente com os torcedores. Precisamos acabar com esse estereótipo de que torcida organizada é formada por delinquentes, pessoas violentas. A torcida organizada, para mim, é uma das manifestações culturais mais lindas deste país. É preciso preservá-los, mas não podemos tolerar que algumas pessoas se utilizem do futebol para praticar violência”, completou George Hilton.

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