Caio Souza é bronze e Brasil fecha Pan com cinco medalhas na ginástica artística

Os ginastas brasileiros voltaram ao Toronto Coliseum, nesta quarta-feira (15.07), para as últimas competições da modalidade nos Jogos Pan-Americanos. Com pontuação de 14.925, Caio Souza levou o bronze na prova de salto e conquistou a única medalha brasileira do dia. Assim, o Brasil se despede de Toronto com um ouro, uma prata e três bronzes na ginástica artística.

O pódio no salto foi o segundo do ginasta Caio Souza, que já havia conquistado a prata por equipes no sábado (11.07). Para ele, apesar da conquista, esta ainda não é a melhor fase de sua carreira. “Acho que meu momento ainda não chegou. Eu ainda tenho muito que mostrar na ginástica. Vou continuar treinando duro para poder chegar no Mundial e fazer melhor do que eu fiz aqui. Chegou uma medalha e estou mais do que feliz por isso, mas acredito que o melhor ainda está para chegar”, apostou.

O vencedor da prova foi o Cubano Marique Larduet (15.125), seguido pelo norte-americano Donnel Whittenburg (14.962). Arthur Mariano, outro brasileiro na final, terminou em sétimo lugar.

No solo, Flávia Saraiva não conseguiu repetir as atuações douradas dos Jogos Olímpicos da Juventude, em Nanquim 2014, e da etapa da Copa do Mundo de Ginástica, em São Paulo 2015. Com 13.200 pontos, ela ficou na sexta colocação.

A ginasta, de apenas quinze anos, deixa Toronto com dois bronzes, por equipes e no individual geral. Na avaliação da brasileira, o balanço do seu primeiro Pan é positivo. “Eu saio daqui muito feliz, com duas medalhas. Consegui ajudar a equipe e consegui fazer a minha parte no individual geral. Hoje eu não fui tão bem, acontece com todo mundo, mas saio feliz também com minha apresentação”, afirmou.

Também em tarde pouco inspirada, Daniele Hypólito terminou a rotina de solo na oitava posição. Com a conquista do bronze por equipes no último domingo (12.07), a paulista soma dez medalhas em cinco edições dos Jogos Pan-Americanos.

O Pan de Toronto, no entanto, foi o de despedida da ginasta. “Foi meu último Pan. Queria agradecer a todo mundo, de coração, pela força, pelo carinho, pela torcida. É claro que não fico feliz por falhar em uma competição na qual estou representando nosso país, mas estou feliz porque consegui, com 26 anos de carreira e aos 30 anos de idade, aumentar algumas dificuldades já para o Pan, para aprimorar ainda mais nesses dois meses que ainda tenho para o Mundial”, aponta.

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