10 vezes em que o papa Francisco “bombou” na América do Sul

Burger King virou sacristia

O papa Francisco, conhecido por não ter “frescura”, usou uma lanchonete Burger King como sacristia em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Foi lá que ele se trocou antes da missa

Presente de grego

O papa ficou perplexo quando Evo Morales lhe entregou um presente incomum: um Jesus crucificado sobre a foice e o martelo. O objeto havia sido desenhado por um sacerdote jesuíta assassinado em 1980

Tomou mas não mascou

O papa Francisco tomou um chá de folhas de coca, flor de camomila e sementes de anis, o chamado “Trimate”, no avião que o levou do Equador à Bolívia para amenizar os efeitos da altitude na chegada ao aeroporto internacional mais elevado do mundo. A promessa de mascar coca ele não cumpriu

Papa anticapitalista

Em seu discurso mais político, o papa defendeu uma mudança nas estruturas mundiais e chamou o capitalismo de uma “ditadura sutil”. “Reconhecemos que este sistema impôs a lógica do lucro a qualquer custo, sem pensar na exclusão social ou na destruição da natureza?”, disse ele

Desculpas pela colonização

Em encontro com movimentos sociais em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, o papa pediu “humildemente perdão” pelos crimes contra os povos originários da região, na “chamada conquista da América”. Segundo Francisco, foram cometidos “muitos e graves pecados” contra os povos da América do Sul, utilizando Deus como justificativa

Visita a prisão superlotada

O papa se disse “um homem salvo de muitos pecados” ao visitar o superlotado presídio Palmasola, que tem capacidade para 800 detentos, mas abriga 5.500 em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Ele criticou o sistema carcerário ao afirmar que a “reclusão não é o mesmo que a exclusão” e deve visar à reinserção na sociedade

Façam bagunça!

Aclamado com um ídolo do rock no Paraguai, o papa Francisco disse que os jovens devem fazer bagunça, mas arrumar depois. Os jovens gritavam “papa, não se vá!”

Papa anticorrupção

Em discurso muito aplaudido, o papa Francisco afirmou que as ideologias “levam sempre a ditaduras”. Usando metáforas futebolísticas, ele pediu aos jovens que “joguem limpo” e disse que a corrupção “é a gangrena de um povo”

Bênção aos médicos

Em visita improvisada, o papa Francisco fez uma bênção especial sobre as mãos dos médicos que realizam transplantes em um hospital pediátrico, em Assunção

Missa em guarani

A última missa do papa, em Ñú Guazú, no Paraguai, foi rezada em latim e em guarani. Um artista plástico local fez um altar com motivos regionais, incluindo um São Francisco com 32 mil espigas de milho

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