Em Bela Vista, meta sobre Diversidade de Gênero no Plano Municipal de Educação gera polêmica

 

Antes mesmo de ser debatido e votado na Câmara Municipal de Bela Vista o projeto do Plano Municipal de Educação gerou muita polêmica na sessão desta segunda-feira (22).

 

Com a presença de vários representantes da sociedade civil e pastores de diversas igrejas evangélicas, foi discutido o projeto de lei que reestrutura o Plano Municipal de Educação de Bela Vista, para viger de 2015 a 2025.

 

Uma das maiores preocupações dos líderes religiosos é a inserção de disciplinas que abordem a ideologia de diversidade e gêneros nas escolas.

 

O Plano Municipal de Educação foi criado para nortear a educação, e no seu Art. 2º, X tem a Palavra “Diversidade” que poderá nortear a educação de seus filhos para uma Educação Sexual, entre outros ensinos. Isto é, os Governos Municipais poderá educar seus filhos sexualmente através das escolas. Entre outros ensinos que é dever dos pais, o poder público dará diretriz politico-pedagógico de gênero e diversidade, sexualidade, orientação, opção sexual e relação étnico-raciais.
A palavra “Diversidade” é um “substantivo feminino” que caracteriza tudo que é Diverso, que tem Multiplicidade.
A idéia da Universalização no PNE até 2016 é colocar toda criança na escola, abrangendo crianças de 4 e 5 anos em escolas!

 

Seguindo as diretrizes estabelecidas pelo Plano Nacional – aprovado em junho de 2014 -, ele traça as ações que devem ser adotadas nos próximos 10 anos para mudar os índices educacionais e sociais do estado, que conta atualmente com um grande número de analfabetos e de crianças fora das escolas.

 

O vereador, presidente da câmara Waldes Marques Claro (SDD) falou sobre o projeto: “O risco é golpear o direito natural e o direito divino, Deus criou homem e mulher e responsabilizou-os pela criação. Não se pode projeto nenhum ferir o projeto de Deus,” enfatizou.

 

“Não vamos aprovar nada sem ser bem estudado, vamos discutir com as classes interessada. Nada vai ser feito a toque de caixa, será respeitado às opiniões de todos e com certeza a palavra adversidade ela será suprimido do projeto”, disse Waldes.

 

Já o vereador Dr. Johnys Basso (DEM) criticou a proposta. “Sexualidade não é para ser discutida na escola. Cabe à família orientar seus filhos e, se necessário, buscar ajuda de profissionais, não da escola”, defendeu Johnys.

 

Alcyr Mendonça (PMDB) é a contra a palavra – Diversidade. Para ele, é uma “aberração” que crianças tenham a liberdade de decidir seu gênero aos 12 anos. “Isso é dizer a Deus que ele errou que não existe homem e mulher. A ideologia de gêneros é uma tentativa de acabar com a instituição família”.

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