Ministro George Hilton empossa Comissão Nacional de Atletas

Durante cerimônia realizada na manhã desta quarta-feira (29.4), em Brasília, o ministro do Esporte, George Hilton, reativou, após nove anos, a Comissão Nacional de Atletas (CNA), ligada ao Conselho Nacional do Esporte. Presidida pelo velejador Lars Grael, o grupo formado por 21 integrantes, entre atletas e ex-atletas nacionais, será uma espécie de porta-voz dos atletas com o governo federal.

Segundo o ministro George Hilton, a grande tarefa da comissão nacional será de participar ativamente na elaboração do projeto de Lei que criará o Sistema Nacional do Esporte. “Está claro que o dia é festivo, mas que o trabalho por vir será imenso. Conto com a inteligência, talento, experiência e o amor de vocês (atletas e ex-atletas) pelo nosso país, para que juntos possamos marcar um gol mais bonito do esporte brasileiro, que será a criação do Sistema Nacional do Esporte”, ressaltou George Hilton.

O presidente da Comissão, Lars Grael, acrescenta que todos os envolvidos no trabalho estão de forma apartidária, trazendo uma contribuição de ideias e representando vários atletas de diversos seguimentos. “Meu papel é atuar como facilitador, como mais um integrante da comissão, e podemos dar todo o apoio possível a gestão do Ministério do Esporte. Na nossa máquina calculadora nós só temos o botão de somar. Porque não somos um poder paralelo, muito pelo contrário, conhecemos muito bem o pacto federativo que hoje rege o esporte brasileiro”, analisou.

A primeira reunião do grupo será realizada nesta quarta-feira na capital federal. Segundo Lars Grael, além das reuniões presenciais, a Comissão terá como aliada a tecnologia para promover os encontros virtuais, para que o debate permaneça de forma constante. “A nossa agenda é enorme. O grupo é grande e queremos que as reuniões aconteçam também de forma virtual. Assim, também, temos que criar uma cultura de transição, de debate plural, democrática e representativa”, revelou.

O ministro garantiu que a comissão terá voz ativa no desenvolvimento das ações esportivas do país. “Apesar de que juridicamente a comissão não tem poder deliberativo, mas sim consultivo, para o Ministério do Esporte ela terá uma voz e uma capacidade enorme de opinar. Vocês serão ouvidos de forma deliberativa em relação às decisões que o ministério vai tomar”, disse.

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