Conselho Tutelar de Porto Murtinho promove palestras sobre os direitos e deveres infantojuvenis

Para reforçar a segurança pública no município de Porto Murtinho, a diretora da Escola Thomaz Larangeiras, Sonia Gonzalez acompanhou a secretária de educação Ana Paula representando o prefeito da cidade, Heitor Miranda, e um grupo de conselheiros tutelares em reunião na noite da desta quinta-feira (23/04), os Conselheiros Tutelares de Murtinho realizaram uma palestra educativa na Escola Municipal Thomaz Laranjeiras, localizada no centro de Porto Murtinho. O público alvo da palestra foram os alunos do EJA (Educação de Jovens e Adultos).

Durante a palestra foram abordadas várias questões referentes aos direitos e deveres da criança e do adolescente, onde os conselheiros, Manuel Gomes e Gilson Sanabria passaram para os presentes várias orientações. Além de fazer os atendimentos de constatação de violação de direitos infanto-juvenis, o Conselho Tutelar (CT) de Murtinho desenvolvem projetos para a prevenção e conscientização em escolas e na comunidade.

Segundo o Conselheiro Manuel: O objetivo da palestra foi “excelente”. “Acredito que vamos alcançar resultados positivos. Estamos fazendo a nossa parte em prol da cidade, buscando melhorias, e a Secretária Ana Paula abraçou nossa causa. Só temos a agradecer por mais esse passo importantes, também citados alguns incentivos aos alunos para redução de faltas, uma vez que estes alunos estão bastante faltosos. Com tudo isso, espera diminuir o numero de evasão escolar”. Comemorou. O Conselheiro disse ainda que pretende realizar palestras em outras escolas de Murtinho, objetivando repassar orientações aos pais e alunos e divulgar o verdadeiro papel do Conselho Tutelar na sociedade.

“Quando falamos de conselho tutelar, a primeira ideia que vem em nossa imaginação é repressão, muitos de nós confundimos o papel do conselho com o poder de polícia. A função do conselho é zelar pelo cumprimento dos direitos das crianças e dos adolescentes, ou seja, para que, quem deva cumpri-los, efetivamente os cumpram. É fazer com que os direitos devam ser assegurados com absoluta prioridade pela família, pela comunidade, pela sociedade em geral e pelo poder público. Mas para atuar de forma efetiva é preciso que haja estrutura para que os conselheiros tutelares possam atuar”, disse Gilson Sanabria.

O sistema foi elaborado a partir de um trabalho articulado com a Diretora da Escola e o Conselho Tutelar, para que tenhamos ações concretas para verificar porque o aluno não está indo à escola. Só teremos avanços e resultados nas políticas sociais com a mobilização de várias pessoas e organizações, e é isso que a rede permite. “Um trabalho integrado para o acompanhamento em tempo real da situação do estudante”, ressaltou a secretária da Educação.

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