Vereador Chiquinho Telles pede explicações sobre falta de segurança em escola no Santo Amaro, na capital

Na Escola Municipal “João Evangelista Vieira de Almeida” no Jardim Santo Amaro a situação não está nada fácil, tanto que hoje o vereador Chiquinho Telles (PSD) levou a tribuna um abaixo assinado promovido pela Associação de Pais e Mestres para reivindicar entre outras melhorias a volta de um guarda municipal para auxiliar na segurança da escola.

O pedido foi promovido pela presidente da APM Ercília Viana de Albuquerque que enumerou entre outros pedidos “um servidor para prestar atendimento na biblioteca da escola durante o período vespertino, maior número de monitores de alunos e em especial um servidor da Guarda Municipal para a escola nos períodos matutino e vespertino, solicitamos a volta da Guarda para a nossa escola”.

Diante da situação o vereador fez usou da palavra livre na tribuna da Câmara Municipal durante a sessão desta terça-feira (3) para que o secretário municipal de Segurança Pública Valério Azambuja olhe com mais atenção a situação.

“A guarda municipal é gloriosa, não merece ficar relegada à função de ficar multando nas esquinas enquanto as escolas estão sofrendo com a bagunça, os CRAS estão sofrendo assaltos, os Ceinfs e outros prédios públicos”, apontou o vereador sobre a função que está sendo desempenhada com muitas críticas por parte da própria população.

Segundo ele, isso pode jogar os moradores contra os guardas municipais. “Estão sofrendo desvio de função e são muito importantes nesses locais”, lembrou Chiquinho.

De acordo com o abaixo assinado, até o mês de setembro do ano passado havia a presença de um guarda municipal durante os períodos matutino e vespertino com a função de proteção do patrimônio, no entanto, após uma determinação o funcionário foi removido e a escola ficou sujeita a atos de vandalismo e depredação.

“A presença física do guarda coibia a aproximação e a entrada de pessoas estranhas no espaço escolar, evitando assim sinistros, furtos e vandalismo, e a comunidade inteira foi prejudicada devido a ausência do servidor”, apontou a presidente da APM.

Após sua fala os vereadores convidaram o secretário a se pronunciar na Câmara Municipal, o que deverá ser feito na próxima quinta-feira. “Mas queremos é ação, o problema resolvido e que as escolas não vivam essa sensação de insegurança”, finalizou o vereador.

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