Primeira-dama faz levantamento de manutenção do Horto Florestal em Campo Grande

Em breve, o Parque Florestal Antônio de Albuquerque vai receber limpeza, pintura e reparos, voltando a ter condições de pleno funcionamento.

O levantamento das necessidades de manutenção do Horto Florestal foi feito hoje pela primeira-dama de Campo Grande, Andréia Olarte, que esteve acompanhada de Valdir Gomes.

O quesito segurança também será priorizado pela Prefeitura. Hoje, o parque encontra-se com aspecto de abandono, onde guaritas, banheiros, biblioteca e demais dependências necessitam de reformas urgentes.

Segundo Andréia Olarte, “com as reformas devolveremos ao Horto Florestal suas potencialidades turísticas e à população um maravilhoso local de atividades múltiplas para toda a família”.

No orquidário, exemplificou a primeira-dama, depois de recuperado poderão ser ministrados cursos sobre cultivo doméstico de orquídeas. De acordo com ela, “este lugar é lindo, maravilhoso. Por isso, precisa receber cuidados especiais para que volte a funcionar em sua plenitude, oferecendo às famílias atividades de lazer, esportivas, culturais, educativas entre outras. É um patrimônio do município”.

História do parque

Em 11 de outubro de 1912, o Intendente José Santiago reservou para a Intendência áreas de terras às margens do Córrego Segredo. Esse local dotado de características próprias de vegetação, onde dois braços de córregos juntam-se ali para dar origem a um rio de grande importância para a região, o Anhanduizinho.

A reserva abrigou inúmeras atividades, entre as quais Matadouro Municipal ou Salgadeira como era popularmente chamada, pois ali que se salgava o couro do gado que era posteriormente enviado para São Paulo pela ferrovia.

Campo Grande, em 1918, passa a categoria de cidade.

Na data de 11 de janeiro de 1923, foi aprovado pelo Presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Arnaldo Estevão de Figueiredo, e sancionada pelo Prefeito Municipal, Arlindo de Andrade Gomes, a criação do Parque Municipal de Campo Grande, onde era o antigo matadouro.

Em 1956, o Parque Municipal passa a ter os cuidados de Antônio de Albuquerque, antigo funcionário da Prefeitura. A partir disso, a área de mais de seis hectares passa a ser chamada de Horto Florestal e consistia na sede do Serviço de Parques e Jardins da Prefeitura. Suas características sempre se mantiveram preservadas, visto que o Horto produzia muitas espécies de árvores para a arborização não só da cidade de Campo Grande, como também para as cidades vizinhas, inclusive Cuiabá, que na época era capital do Estado.

Em 1976, a produção de mudas se instala na vila Popular.

Foram construídas nas dependências do Horto, em 1980, um teatro de arena, um setor administrativo e um restaurante que funcionou por pouco tempo.

De 1984 a 1990, a Patrulha Mirim se instala no Horto.

Em outubro de 1993, o Horto Florestal é interditado para reforma. O então Prefeito Juvêncio César da Fonseca anunciou na época que o mesmo seria transformado no maior complexo de lazer de Campo Grande.

No dia 19 de maio 1995, o prefeito Juvêncio entregou à população campo-grandense o novo Horto Florestal, desde então nomeado “Parque Florestal Antônio de Albuquerque” em homenagem ao antigo funcionário da prefeitura.

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