Meta do basquete brasileiro em 2016 é o pódio no masculino e no feminino

A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) traçou uma meta ousada, nas palavras do presidente Carlos Nunes, para as Olimpíadas de 2016: o pódio na disputa tanto no masculino quanto no feminino. Para almejar as medalhas no Rio de Janeiro, a entidade conta com apoio do Ministério do Esporte, por meio de convênios. Em encontro, nesta terça-feira (10.03), com o ministro do Esporte, George Hilton, o dirigente tratou de projetos para a modalidade.

“A gente já tem um patrocínio privado e precisamos de uma segunda parceria, até porque o nosso projeto é ousado, queremos o pódio no masculino e no feminino”, projetou Nunes, para detalhar o planejamento das seleções nacionais. “O que nos falta são mais jogos internacionais. Temos já programados para este ano o Super Four masculino e feminino. Estarão os dois países que já organizam o torneio, Brasil e Argentina, e sempre convidamos países de ponta. No masculino, deve vir equipes como Porto Rico, Canadá, República Dominicana ou Venezuela, dois desses países, que estamos em tratativa. No feminino, que tem o mesmo modelo, estamos estudando as propostas do Maranhão e do Amazonas, dois estados interessados em levar a competição. O masculino está praticamente acertado que será aqui em Brasília”.

A estrutura do basquete brasileiro também teve um impulso recente, com a entrega de kits – com piso flutuante, apontadores, tabelas e placares – por meio de convênio entre o Ministério do Esporte, a CBB e a Liga Nacional de Basquete (LNB). Carlos Nunes destacou a importância dos recursos para o desenvolvimento da modalidade. “Todos os contemplados já estão usando os kits nos ginásios e agora nós estamos pleiteando mais dez kits, porque são 27 federações. Isso também é um legado que o Ministério está deixando para o basquete nacional, tendo em vista as Olimpíadas”, afirmou o dirigente. “O apoio do Ministério tem sido fundamental para os treinos da seleção masculina e feminina e também da seleção sub-19, que terá o Mundial na Rússia em julho. Temos projeto para escola de treinadores e a Copa Brasil, que envolve todos os clubes que não participam da NBB nos 27 estados”, concluiu Nunes.

Outros seis convênios com o ministério somam R$ 14,8 milhões para a preparação das seleções feminina e masculina adultas e sub-19, cursos da Escola Nacional de Treinadores de Basquete e locação de software de estatísticas.

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