Encenação da peça Paixão de Cristo vai emocionar brasileiros e paraguaios em Bela Vista

Sexta-feira Santa 03/04 a partir das 18h30 acontecerá procissão saindo das paróquias Maria Auxiliadora e Santo Afonso em direção à Praça da Cruz, as margens do Rio Apa em Bela Vista (MS)

Uma parceria entre a prefeitura de Bela Vista administrada pelo prefeito Dr. Renato de Souza Rosa e o coreografo Marco Loris Antunes vai possibilitar a milhares de brasileiros e paraguaios assistirem a encenação da Paixão de Cristo na sexta-feira santa 03 de abril a partir das 19h, quando haverá também a celebração da Missa pelo padre redentorista Hever Gomes. Após a celebração acontece um dos maiores espetáculos que a fronteira assistiu e aplaudiu, “A paixão de Cristo”.

Na semana passada Marco Lóris conversou com a primeira dama Patricia Ocariz que se comprometeu em apoiar o evento religioso, com isso a estrutura como som, palco, iluminação, decoração, cenário serão disponibilizados pela prefeitura municipal.

O coreógrafo Marco Lóris Antunes em entrevista ao Clube de Imprensa agradeceu o apoio da prefeitura de Bela Vista para a realização da quarta edição da peça teatral “paixão de Cristo” na Praça da Cruz as margens do rio Apa em Bela Vista na fronteira do Brasil com o Paraguai. Evento que terá entrada franca.

Cerca de 87 figurantes brasileiros e paraguaios vão participar da peça que tem por objetivo “unir todas as correntes religiosas porque Jesus precisa ser conhecido por todos os povos”, destacou Lóris.

Segundo Marco Lóris queremos despertar o sentimento de solidariedade através deste evento religioso que une brasileiros e paraguaios pela fé cristã, conscientizando a população do verdadeiro significado da vida de Jesus e sua caridade.

O projeto Paixão de Cristo contará com a participação dos teatrólogos Conceição Leite e Fernando Cruz, além da participação de entidades, comércio bela-vistense, empresas públicas e privadas. O Governo do Estado deverá participar apoiando o evento a exemplo do que aconteceu nos anos anteriores, através da Fundtur presidente Nelson Cintra.

Paixão de Cristo

A paixão de Cristo é a narrativa do calvário de Jesus desde o momento em que ele é preso no Monte das Oliveiras, após a realização da última ceia com os apóstolos, até a sua morte na cruz. Na mesma noite em que é preso sob ordem de Caifás, o sumo sacerdote e maior autoridade do povo judeu, Ele é julgado de forma sumária pelo Sinédrio, conselho dos anciões e suprema corte judaica. Acusado de blasfemo por se apresentar como o Rei de Israel, Jesus é condenado à morte. Como a região da Judéia estava sob domínio do Império Romano, caberia a Pôncio Pilatos, autoridade máxima romana na região, aplicar a punição. Pilatos ofereceu a possibilidade de suspensão da condenação de Jesus, mas a multidão que estava no local incitada pelos sacerdotes preferiu que a liberdade fosse dada a Barrabás, um ladrão e assassino também condenado à morte.

A partir da sentença proferida de forma definitiva por Pilatos, Jesus teria passado pelos flagelos que os romanos impunham aos condenados. Entre eles, ser açoitado pelo flagellum taxillatum (espécie de chicote com três ramais que terminavam em bolas de metal com relevos e unidas por arame) e carregar até o local da crucificação a trave horizontal da cruz. A paixão de Cristo é principalmente essa passagem das últimas horas da vida de Jesus, da última ceia até a sua morte na cruz, quando seu sofrimento teria sido uma prova de sua doação total e incondicional para redimir os pecados da humanidade, segundo os preceitos da Igreja Católica.

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