Azambuja apresenta potencial do estado para grupo agroindustrial Coamo

Campo Grande (MS) – O governador Reinaldo Azambuja apresentou na tarde desta segunda-feira (16) aos dirigentes da Cooperativa Agroindustrial (Coamo) as potencialidades do Estado para a instalação de uma planta de processamento de grãos e de exportação da produção.

Reinaldo explicou aos empresários os investimentos que o Estado fará nos modais de transporte e o potencial de crescimento econômico para os próximos anos, baseado no incremento comercial e na aplicação de recursos em infraestrutura.

A Coamo, uma das maiores cooperativas agrícolas do país, possui projeto de instalação de uma indústria esmagadora de soja em Mato Grosso do Sul. Os planos foram apresentados para o governador, que juntamente com a equipe da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, irá analisar as possibilidades de incentivo logístico e econômico para o empreendimento.

De acordo com o diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, o grupo já conta com 11 unidades de recebimento de produção agrícola em Mato Grosso do Sul. “A cooperativa vem crescendo muito no Estado e nossa meta é estabelecer uma unidade de esmagamento de soja capaz de aproveitar todo esse potencial de produção”.

O grupo fará estudos de viabilidade econômica que indicarão quando, onde e com qual investimento a unidade será construída. “É uma meta do grupo. O governador sinalizou que apoiará o empreendimento. É um projeto importante para os cooperados”, concluiu Gallassini.

Fundada em 28 de novembro de 1970, em Campo Mourão, por um grupo de 79 agricultores na região Centro-Oeste do Estado do Paraná, a Coamo é uma cooperativa forte que promove o desenvolvimento econômico, técnico, educacional e social dos seus associados.

A cooperativa conta atualmente com 115 unidades localizadas em 68 Municípios nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, para recebimento da produção agrícola dos seus mais de 27 mil associados.

Com recebimento de 7,0 milhões de toneladas de produtos agrícolas, a Coamo respondeu, em 2014, por 3,6% da produção brasileira de grãos e fibras, demonstrando sua importância estratégica na produção de alimentos.

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